Vigilância Sanitária alerta sobre compra de comidas típicas do ciclo junino

Canjica, mungunzá e pamonha estão entre os alimentos que fazem a festa dos pernambucanos durante o período junino. Mesmo tão apreciados pela população, eles podem trazer problemas clínicos para os consumidores. Quem não quiser correr risco de perder a folia forrozeira por motivos dessa ordem,

deve prestar atenção nas dicas da Vigilância Sanitária do Recife.

Uma das primeiras observações é com a validade do produto, assim como o seu armazenamento. É muito importante prestar atenção às condições de higiene – como a limpeza do local onde a mercadoria é comercializada, a roupa e proteção dos cabelos dos vendedores e as características de cor, consistência e odor dos alimentos-, destaca o gerente do serviço, Luiz Paulo Brandão.

Ele informa ainda, que por serem bastante perecíveis, quitutes como pamonha e canjica devem ser degustados preferencialmente no mesmo dia do preparo. Para melhor controle, o ideal é que eles tenham etiqueta com a data de fabricação. Segundo Brandão, mesmo a aquisição de milho precisa de atenção por parte da clientela. No caso do cozido, a fumaça é um sinal de que ele está pronto para consumo. Se assado, é recomendável que esteja sequinho e seja comido assim que ficar pronto.

Alimentos prontos para a venda, a exemplo de bolos, têm durabilidade maior, mas também precisam de cuidados. O consumo de alimentos estragados pode causar problemas como infecções intestinais e intoxicações. Entre os sintomas, diarréia, vômito e cólicas abdominais. Quem tiver dúvidas ou quiser denunciar irregularidades no comércio pode entrar em contato com a Ouvidoria Municipal da Saúde no telefone 0800.281.1520. O serviço funciona de segunda a sexta, das 7h às 19h. A ligação é gratuita.

Por FolhaPE

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